Maio: Mês Internacional de Combate ao Melanoma

O melanoma tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele) e é mais frequente em adultos brancos.  Ele pode aparecer em qualquer parte do corpo, na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais.

O INCA (Instituto Nacional de Câncer) estima, para 2020,  8.450 novos casos de melanoma,  sendo 4.200 em homens e 4.250 em mulheres. Embora o câncer da pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão. É o tipo mais grave, devido à sua alta possibilidade de provocar metástase (disseminação do câncer para outros órgãos).

O prognóstico desse tipo de câncer pode ser considerado bom se detectado em sua fase inicial. Em todo o mundo é adotada a regra do ABCDE para identificar sinais sugestivos de melanoma, sendo que cada letra corresponde a uma característica da mancha ou pinta suspeita na pele:

Assimetria: uma metade do sinal é diferente da outra
Bordas irregulares: contorno mal definido
Cor variável: presença de várias cores em uma mesma lesão (preta, castanha, branca, avermelhada ou azul)
Diâmetro: maior que 6 milímetros
Evolução: mudanças observadas em suas características (tamanho, forma ou cor)

A cabeça e o pescoço são bastante vulneráveis ao surgimento do câncer da pele, por estarem mais sujeitos à exposição ao sol. Em caso de suspeita, procure um especialista da Pescop.

Fonte: INCA/Ministério da Saúde

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